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  Made in Brazil & Tony Babalu: Histórias do R ock Brasileiro São Paulo, rock, concreto, Piva, Pompeia, Made in Brazil... Nesta matéria, falo de tudo isso e muito mais. Entrevisto Tony Babalu , que integrou o grupo e segue em carreira solo, mantendo viva sua trajetória no rock brasileiro. Quer ler? Clica aqui:  https://arquivodosinstantes.com.br/revista/made-in-brazil-tony-babalu-historias-do-rock-brasileiro  
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 Alguns livros chegaram por aqui nesses últimos dias. A ameaça de quem , de César Augusto Carvalho , e Dicionário dos medos imaginários , de Nuno Gonçalves . O livro do Nuno eu já li e gostei muito. Agora vou começar o do César, que sempre escreve de um jeito muito empolgante e instigante, daqueles autores que despertam a curiosidade já nas primeiras páginas. Sobre Nuno confiram a matéria e entrevista que fiz com ele para a revista literária Banquete:  https://www.banquetejornal.com/news/o-dicion%C3%A1rio-dos-medos-imagin%C3%A1rios%2C-de-nuno-gon%C3%A7alves
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  “DE PANAMÉRICA A HITLER DO III MUNDO” AS NARRATIVAS LISÉRGICAS DE JOSÉ AGRIPPINO DE PAULA José Agrippino de Paula (1937-2007) é um dos nomes pouco conhecidos da literatura, porém de grande importância para a cultura nacional. Ele se destacou na cena contracultural brasileira, tendo como característica de suas obras a polifonia e o diálogo com diversas linguagens artísticas, como cinema, teatro e literatura, entre outras. Seus livros surgem de uma relação criativa complexa, em que o ilógico frequentemente se transforma em uma metáfora social. Além disso, a ruptura com os padrões artísticos, tanto na forma como no conteúdo, situarão suas obras num campo da literatura marginal. Ainda lida no século XXI, é possível afirmar que sua obra coloca-se como inovadora e detentora de uma sensibilidade estética fundante, reverberada de uma forma singular numa narrativa cinematográfica delirante e antropofágica. Confira em:  https://arquivodosinstantes.com.br/revista/de-panamerica-a-hitler...
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Veio para mim, esta poesia de Nuno Gonçalves, colega professor de História. Resolvi publicar por aqui.  São Miguel Archanjo para Alice, Assucena & Aurora, Enterrem-me na lama roxa do rio chamado Nonsense ou Eternidade . Que são as duas formas mundanas de dizer Jaguaribe . Guardem suas lágrimas para ocasião mais propícia. Como se fossem pétalas que só florescem uma vez na vida. Tempo as tenha em seu sombrio e obscuro coração. E não lhes falte linguagem para parir um mundo. Enterrem-me na curva que é também encruzilhada. Acendam um fogo e um silêncio. Não esqueçam que a terra é triste. Não esqueçam que na língua dos cristãos ela se chama inferno . Enterrem-me e sigam o caminho que lhes toca. Acendam incensos e desconfiem sempre da memória. Essa senhora cheia de artimanhas e tão propensa a solilóquios. Enterrem-me nos pés dessa jurema onde as abelhas amanhecem. Enterrem-me na nuvem de cansaço e pólen que escapa de meu corpo. Guardem suas lágrimas para ocasião mais fértil. Sejam ár...
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O Renascer da América Em 1970, o jurista e professor Charles A. Reich publicou The Greening of America , livro que se tornaria uma das obras mais conhecidas da contracultura norte-americana. Traduzido no Brasil como O Renascer da América , o livro parte de uma inquietação diante da sociedade americana dos anos 1960: a crise das instituições, a cultura do consumo, a guerra, a burocratização da vida e o distanciamento entre indivíduo e sociedade. Para Reich, as transformações mais profundas não aconteceriam apenas pela via política tradicional, mas também por uma mudança de consciência e de valores, especialmente entre os jovens que começavam a construir outras formas de viver, trabalhar, criar e se relacionar. Entre política, cultura e comportamento, O Renascer da América tornou-se um documento importante para pensar o imaginário da contracultura e aquilo que se convencionou chamar de “nova consciência” . Para saber mais, acompanhe no  Arquivo dos Instantes a série "Frequências...
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  Módulo 1000: Psicodelia Além dos Muros do Rock Brasileiro This article by Patrícia Marcondes de Barros explores the story of Módulo 1000, their place in Brazil’s underground rock scene, the making of ‘Não Fale com Paredes’, and Luiz Paulo Simas’s memories of the band’s music, censorship, experimentation, and later legacy. Confira em:https: https://www.psychedelicbabymag.com/2026/09/modulo-1000-interview.html?fbclid=IwY2xjawUjkWFleHRuA2FlbQIxMABwZG9mBWJyaWQRMXFrTmpmdDlKdndOZXcwdDVzcnRjBmFwcF9pZBAyMjIwMzkxNzg4MjAwODkyAAEeU03x1myPfO21POS56ttnu_51-YJBlsVbTIm0Psk881FNtHg5PIJDV4oav8Y_aem_bZneahaeiH46MS6fvGa1ZA Revista:   It's Psychedelic Baby Magazine
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  Por Patrícia Marcondes de Barros Publicado em 1988, 1968: O Ano que Não Terminou , de Zuenir Ventura , é mais do que uma reconstituição histórica de um dos anos mais turbulentos da história recente do Brasil. É também um exercício de memória sobre um momento em que política, cultura, juventude e comportamento pareciam atravessar o mesmo campo de disputas. Ventura retorna aos acontecimentos para reconstruir o ambiente de efervescência e, ao mesmo tempo, de crescente repressão que marcou a sociedade brasileira. O livro parte de um paradoxo: como um ano pode terminar e, ainda assim, continuar produzindo significados? No Brasil, 1968 condensou expectativas de transformação que vinham se formando desde o início da década e, ao mesmo tempo, anunciou o endurecimento que se seguiria ao AI-5 , decretado pelo regime militar em dezembro, acabando com qualquer liberdade civil. Entre esses dois extremos, a esperança de mudança e a interrupção brutal das possibilidades, constrói-se a narrativa...